Escola Secundária de Caneças, Odivelas
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publicado por 10ldesign2008, em 07.06.09 às 16:24link do post | favorito

 

 

 

 

 

 


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publicado por 10ldesign2008, em 06.06.09 às 19:15link do post | favorito

 

Já abriram as inscrições para a 2ª edição dos Green Project Awards. Os projectos mais sustentáveis, já realizados, serão premiados nas categorias Projectos, Investigação & Desenvolvimento e Comunicação. É uma iniciativa do Grupo GCI, em parceria com a Quercus e a Agência Portuguesa do Ambiente.



Inscrições até 20 de Junho no site oficial dos Green Project Awards
Clique aqui

 


Entrega dos prémios: 9 de Setembro (Culturgest, em Lisboa) 

 


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publicado por 10ldesign2008, em 06.05.09 às 23:31link do post | favorito

 

 

 

 

O Fórum Qualificação 2009: Escolhas com Futuro decorrerá na Exposalão, na Batalha, de 7 a 9 de Maio de 2009, correspondendo a uma organização da Agência Nacional para a Qualificação, em parceria com o Instituto do Emprego e Formação Profissional e as Direcções Regionais de Educação.

 

 

Esta iniciativa, aberta ao público em geral, terá como destinatários privilegiados os jovens que se encontrem a concluir o 3º ciclo do ensino básico (9º ano de escolaridade) ou que estejam no início do ensino secundário e pretendam repensar o seu trajecto escolar ou formativo.

 

 

Este evento terá o formato de uma "vila das profissões", composta por praças correspondes a grandes áreas de educação e formação, assinaladas pela cor e por sinalética, e espaços apropriados a actividades de animação. De entre estes espaços destaca-se um jogo: a Roda das Profissões. Através de actividades lúdicas, os jovens visitantes vão poder associar formações a profissões e conhecer as competências e os saberes inerentes a cem saídas profissionais.

 

 

Ao todo serão mais de 100 stands, animados por jovens alunos e/ou formandos de todo o país que irão demonstrar o que aprendem e como aprendem nos cursos que conferem dupla certificação (escolar e profissional).

 

 

A selecção das entidades participantes foi feita com base nos projectos apurados num concurso lançado em Janeiro passado, intitulado "Projectos com Futuro", e ainda de alguns convites que as entidades organizadoras decidiram efectuar, colmatando lacunas em aberto.

 

 

O Curso Profissional Técnico de Design da nossa escola está lá, pronto para o arranque de amanhã de manhã.

 


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publicado por 10ldesign2008, em 26.04.09 às 22:37link do post | favorito

 

 


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publicado por 10ldesign2008, em 29.03.09 às 20:13link do post | favorito

O conceito dos Campeonatos das Profissões remonta ao ano de 1950, quando se disputaram, em Madrid, os primeiros Campeonatos Internacionais das Profissões entre Portugal e Espanha, no qual participaram 24 concorrentes, 12 de cada país, distribuídos por 12 profissões.


A consolidação desta iniciativa conduziu, ainda na década de cinquenta, à criação de uma organização específica, actualmente designada por WorldSkills International (www.worldskills.org). Nas duas primeiras décadas o seu crescimento foi paulatino, assumindo, essencialmente, uma dimensão europeia. A partir de 1967, o número de países concorrentes começou a crescer e a expandir-se pelos restantes continentes, envolvendo actualmente 50 membros.


Em complemento a esta organização mundial, foi criada em 2007 a European Skills Promotion Organisation (
www.euroskills2008.nl/wm.cgi), que conta actualmente com 28 países europeus e que tem a primeira competição agendada para Setembro de 2008, em Roterdão.


Portugal, através do Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP), é membro fundador da WorldSkills International e está representado no Comité Executivo da European Skills Promotion Organisation. Por este facto, cabe ao IEFP a promoção, organização e realização de todas as actividades relacionadas com os Campeonatos das Profissões, que se desenvolvem, de acordo com um regulamento específico.

 

 

 

 

 

 


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publicado por 10ldesign2008, em 18.03.09 às 22:13link do post | favorito

Máquina a Vapor - Em 1765 James Watt inventa a máquina a vapor, é o começo de uma era titânica que caracterizará as sociedades modernas, ferindo a produção artesanal com o estigma económico do subdesenvolvimento.

 

Sistema Económico - Com os engenhos mecânicos incrementou-se a exploração mineira do carvão e a produção do ferro e do aço. Estabeleciam-se as condições da produção industrial em massa. Surgiam novos sistemas de transporte mais rápidos como a locomotiva sobre caminhos-de-ferro e o barco a vapor. Verificava-se o crescimento das cidades onde se concentravam as fábricas. Era a grande oportunidade para o desenvolvimento do capitalismo no comércio mundial. Os artesãos cediam o lugar a uma classe proletária que laborava diariamente 12 a 14 horas em competição com o poder da máquina por um salário miserável. Explorava-se o trabalho feminino nos teares e o infame trabalho infantil nas minas de carvão. Na segunda metade do século XIX, os operários organizam-se em sindicatos e partidos para lutarem pela defesa dos seus direitos.

 

Do Artesanato à Produção Industrial - O que distingue a produção industrial da produção artesanal é, sobretudo, o seu carácter iterativo. Enquanto no modo de produção artesanal dificilmente se poderá encontrar uma peça exactamente igual a outra dentro da mesma série - o que torna cada peça um artefacto único - na produção industrial qualquer diferença na série é considerada um defeito.

 

Grandes Exposições Mundiais - A competição pela liderança económica no mercado mundial encontra nas grandes exposições universais a ocasião para as nações exibirem o seu poderio industrial e a sua capacidade de inovação. A primeira Exposição Mundial foi a de Londres, inaugurada em 1851 no Crystal Palace. Mais do que pelos produtos que lá se exibiam (o mau gosto criticado por Ruskin e Morris), foi pelo conceito do Palácio de Cristal que ela atingiu maior notoriedade. Patton, um construtor de estufas, concebeu para aqui uma extraordinária arquitectura de ferro e vidro que marcaria, a par das pontes, a engenharia do século XIX. Patton utilizou, pela primeira vez na história, estruturas pré-fabricadas que se montavam no local. Neste edifício de ferro e de vidro dissolvia-se a separação entre interior e exterior. O Palácio de Cristal do Porto, onde se realizou uma exposição internacional em 1865, era uma modesta resposta ao Crystal Palace de Londres e foi lamentavelmente demolido em 1952.

 

Engenharia do Ferro e do Vidro - Esta arquitectura e engenharia do ferro teve igualmente em Gustave Eiffel o seu génio, cuja obra mais famosa é a Torre Eiffel em Paris, ícone da Exposição Mundial que se realizou em 1889. Especialista das pontes de ferro, Eiffel foi o construtor da ponte D. Maria e foi também um seu discípulo "renegado" que construiu a ponte D. Luís, pontes que ligam Porto e Gaia. Refira-se a utilização do ferro nas estruturas dos edifícios da época. As gares ferroviárias são igualmente um bom exemplo de arquitectura e engenharia do ferro e do vidro como as das estações de S. Bento no Porto e Santa Apolónia em Lisboa.

 

O Problema da Forma - Os avanços tecnológicos verificados no século XIX, os novos meios de produção de então, não eram acompanhados de novos conceitos estéticos, parecia um século sem estilo, por defeito, todos os estilos históricos eram arbitrariamente misturados, a ornamentação excessiva era moda, os produtos de manufactura industrial tentavam imitar os produtos de manufactura artesanal, a classe média emergente tentava imitar o gosto da antiga aristocracia. A democratização do objecto anunciada pela Revolução Industrial abria o caminho a uma cultura da imitação que funda o gosto kitsch. Foi contra este estado da arte que pessoas como John Ruskin e William Morris ergueram a sua crítica.

 

Estandardização e Produção em Massa - O design da cadeira n.º 14 de Thonet (1859) seria uma referência europeia quanto a eficácia produtiva e comercial de um artefacto que não passava de moda. Venderam-se para cima de 30 milhões de exemplares, constituindo esta cadeira um modelo pioneiro dos princípios da estandardização da produção (outro famoso exemplo foi a pistola Colt). A estandardização consiste numa iterativa uniformização dos componentes (que poderão ser intermutáveis entre produtos) e do processo de produção em série. A Thonet deve-se o desenvolvimento da técnica de moldagem a vapor da madeira sólida.

 

Linha de Montagem - Um contributo importante na aceleração da era industrial seria dado pela introdução da linha de montagem na produção em massa (o fordismo) quando Henry Ford em 1913 produz o famoso Ford T, "o automóvel que podia ser feito com qualquer cor desde que fosse preto". O sistema da linha de montagem (inspirado na indústria carniceira), permitindo o aumento da produção, estimulava a sociedade de consumo. Com a taylorização da produção o operário passava definitivamente a ser mais uma peça na máquina industrial, métodos de produção que foram caricaturados no filme de Charlot "Tempos Modernos" e que só seriam ultrapassados na actualidade com a robotização da produção gerida por sistemas CIM (computer integrated manufacturing).

 

Taylorismo - F. W. Taylor desenvolveu e implementou o conceito de gestão do tempo de trabalho, notando que a produtividade era maior se as tarefas dos trabalhadores fossem divididas nas suas partes constitutivas e eliminando os desperdícios de tempo e de movimentos. Estes princípios de mecanização e automatismo do trabalho humano que ele considerava "científicos" estão descritos no seu livro "The Principles of Scientific Management" (1911).

 

 

http://nautilus.fis.uc.pt


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publicado por 10ldesign2008, em 18.03.09 às 21:18link do post | favorito

Atitude Projectual - A palavra inglesa "design" descende do italiano "disegno", conceito utilizado, sobretudo a partir da Renascença, para definir uma metodologia, uma atitude projectual, um processo de concepção. Assim, design, designa a atitude projectual. Considera-se que mesmo o homem do paleolítico resolvia um problema de design, quando lascava uma pedra que utilizava como uma extensão tecnológica do seu corpo, afim de responder às suas necessidades de caça.


Projecto - Projecto é uma palavra de origem latina para significar aquilo que era "lançado" - o projéctil - e assim, metaforizou-se passando a significar o lançamento de uma concepção que se quer ver realizada, nomeadamente, através do desenho e com uma intenção de resolver problemas concretos.


Metodologia Projectual - Com a Revolução Industrial e os movimentos de Reforma do séc. XIX, investidos na melhoria da qualidade do nosso ambiente de vida quotidiana, a noção de design afirmou-se de modo cada vez mais racional no século XX, particularmente no design industrial. Estabelece-se uma metodologia projectual de resolução de problemas que se enuncia numa sequência de fases de organização do projecto, por exemplo: definição do problema; análise de soluções existentes; alternativas de solução; levantamento dos meios e dos materiais; avaliação de alternativas; desenvolvimento da alternativa escolhida; protótipo; pré-série; produção.


Criatividade - A atitude projectual de Leonardo da Vinci faz dele um dos primeiros designers da Idade Moderna. Ao reinterpretar, corrigindo, as medidas das proporções humanas, com o quadrado e o círculo que Vitruvio estabelecera na Antiguidade, da Vinci foi um pioneiro da moderna antropometria. Com os projectos de máquinas voadoras, entre outros engenhos, da Vinci foi um genial antecipador de possibilidades tecnológicas que só no século XX se tornaram uma realidade prática. Os seus engenhos reflectem a aplicação de um método científico (ostinato rigore) que em tudo dá um exemplo do que deve ser design: imaginação, conceito e projecto.


Sistema Artificial - Na paisagem artificial que o homem criou para organizar a vida social, são as estruturas e as leis da natureza que estão presentes. Os sistemas naturais servem de modelos para a criação de máquinas artificiais que funcionam como extensões do corpo humano multiplicando a sua capacidade transformadora.


Áreas do Design - As áreas onde o design se pode exprimir são múltiplas e variadas, embora possamos interrelacionar muitas dessas áreas, pode-se particularizar as seguintes: design de comunicação visual, historicamente relacionado com as artes gráficas e onde hoje se pode incluir o design de identidade corporativa, a sinalética, o vídeodesign, o webdesign e o de multimédia; o design urbano, de interiores, de ambientes, de mobiliário; o design industrial, de equipamento, de produto. Entretanto, novas áreas estão a ser definidas, pela urgência: o ecodesign.


Relações - O design, além de, obviamente, estabelecer relações transversais com as artes plásticas, a arquitectura e a engenharia, recorre a disciplinas como a antropometria, a ergonomia, a biónica, a ecologia e a usabilidade, entre outras.


Interpretação - No essencial, o design equaciona uma relação problemática de forma - função em três dimensões: sintáctica; pragmática e semântica. Ou seja, tem em conta o peso relativo de cada uma destas funções: estética; utilitária e simbólica, que exprime valorizando mais uma ou outra, interpretando uma escolha e um certo "esprit du temps".


Atitude Kitsch - O kitsch encontra-se nos antípodas do funcionalismo. O objecto kitsch exibe uma desmedida função simbólica. Representa uma estética de logro (regra geral, de boa fé), sentimentalista e / ou ordinária. Um fenómeno multiplicado pela democratização do objecto resultante da Revolução Industrial. O pós-modernismo relê o kitsch com ironia. "O kitsch é permanente como o pecado" - Abraham Moles.


Design Anónimo - Não se pode falar de design sem referir o design anónimo. Aqueles objectos que foram criados por gente anónima que, de tão simples, quase não valorizamos, mas que foram geniais invenções. São objectos que evoluíram mais pela necessidade prática do que pela preocupação estética. Objectos «sem adjectivos» porque não pertencem a nenhum estilo. Objectos como a mola da roupa, o guarda-chuva, o clip, a rolha de cortiça, a garrafa de vinho, o alfinete de segurança, o fecho éclair, o pioné, o parafuso...


Forma / Fruição - Talvez se possa afirmar que com o pós-modernismo o design superou a velha querela entre formalismo (primeiro a forma, depois a função) e funcionalismo ("a forma segue a função"). O pós-modernismo admite que com o funcionalismo resultou um formalismo. O paradigma da complexidade tornou-se uma referência contemporânea. Em vez de forma - função, decerto com uma dimensão lúdica, o design equaciona um problema de forma - fruição.

 

http://nautilus.fis.uc.pt/cec/designintro/


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publicado por 10ldesign2008, em 16.03.09 às 23:50link do post | favorito

Português - Lídia Machado

 

Inglês - Lucília Jorge

 

 

Área de Integração - Ana Salgado

 

Tecnologias de Informação e Comunicação - Clarinda Vaz

 

Educação Física - Susana Maia

 

História da Cultura e das Artes - Maria João Santos

 

Geometria Descritiva - Luís Correia Cardoso

 

Matemática - Ricardo Dias

 

Desenho de Comunicação - Maria João Santos

 

Desenho Assistido por Computador - Ivete Bernardes

 

Materiais e Tecnologias - Ana Miranda

 

Design de Interiores e Exteriores - Luís Correia Cardoso

 

Orientadora Educativa - Lucília Jorge

 

Director de Curso - Luís Correia Cardoso


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publicado por 10ldesign2008, em 16.03.09 às 23:32link do post | favorito

 

Daniela Filipa Ayres

 

Darlam Menezes dos Santos

 

David Manuel Antunes

 

Hedvânio Neto Bezerra

 

Jeff Henrique da Silva

 

Joana Filipa Oliveira

 

Lucinda Lopes Varela

 

Pedro António Dias

 

Rute Filipa Venceslau

 

Tiago Alexandre dos Reis

 

Weliton da Cunha Queiroz

 

William dos Santos Soares

 

Anderson Roberto Pedro


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